por favor erga-se.
não existe desculpa para minha abstenção. Então aqui vai uma desculpa.
chegar a um acordo com o que eu fiz, com o que eu descobri, e o que eu me tornarei tem sido terrivelmente incapacitante. eu tentei vez após vez ignorar os horrores indizíveis atrás da porta número um. eu sei que para continuar minha jornada esta porta deve ser aberta e o inferno por trás dela encarado, mas eu continuo a pateticamente esperar que um dia eles vão simplesmente se dissolver no ether de onde eles vieram. mas eles são eternos. E eu sei disso. enquanto sou tolo de subestimar eles e seu poder supremo, eu tenho me refugiado humilhantemente no indizível e equivalente terror de saber que eventualmente serei um deles. descobrir ter a luxuria de ter uma misteriosa vantagem num jogo impossível de quatro dimensões me embriagou com uma procrastinação vergonhosa.
ao criar esse blog todos esses meses atrás eu imediatamente senti o desejo de deleta-lo, não porque eu sabia que isso iria assegurar minha submersão na vil areia movediça desse jogo, mas porque eu estava implacavelmente irritado com a noção de que isso pudesse de alguma forma ajudar o time oposto. contudo, nessa conjuntura, o conhecimento de um laço de casualidade divina mantido pelo firebrand me capacitou. eu cheguei a conclusão de que se o que eu estiver fazendo agora for realmente errado, eu seria certamente impedido e direcionado ao caminho correto. ele tem esse poder. eu já vi isso. eu sou simultaneamente tanto o rato no labirinto como o experimentador. então pra que temer um jogo que esta ativamente manipulado ao meu favor? eu sou efetivamente invencível. enquanto eu estiver vivo. então foda-se. hora de jogar o meu turno.
depois de um ano de temerosa hesitação eu acho que é finalmente a hora de apresentar o cadáver do milo ao público. Tenho usado toda a energia que sobrou em mim para me desvencilhar dos grilhões que eu mesmo criei e retornar a esse blog esquecido. tanto quanto um registro extremamente pessoal me ajudou na minha situação absurda, eu sinto que ele gostaria de ter sua historia contada a todo mundo. quando o milo escreveu para seu diário, ele estava na verdade escrevendo para todos nós. ele estava gritando para o vazio solitário de um livro silencioso sem ninguém para ouvir seu choro na maior parte de sua vida e eu sinto que de alguma forma, em algum lugar, colocar mais olhos na sua crônica vai fazer com que ele se sinta menos sozinho. de qualquer forma, eu tenho documentado o seu legado por anos e seria uma desgraça absoluta parar agora.
este é o segundo funeral do milo. um luto do registro vivo. o que vem a seguir é uma elogia na forma de seu próprio diário.
-------------------------------------------------------------------------------------------
não existe desculpa para minha abstenção. Então aqui vai uma desculpa.
chegar a um acordo com o que eu fiz, com o que eu descobri, e o que eu me tornarei tem sido terrivelmente incapacitante. eu tentei vez após vez ignorar os horrores indizíveis atrás da porta número um. eu sei que para continuar minha jornada esta porta deve ser aberta e o inferno por trás dela encarado, mas eu continuo a pateticamente esperar que um dia eles vão simplesmente se dissolver no ether de onde eles vieram. mas eles são eternos. E eu sei disso. enquanto sou tolo de subestimar eles e seu poder supremo, eu tenho me refugiado humilhantemente no indizível e equivalente terror de saber que eventualmente serei um deles. descobrir ter a luxuria de ter uma misteriosa vantagem num jogo impossível de quatro dimensões me embriagou com uma procrastinação vergonhosa.
ao criar esse blog todos esses meses atrás eu imediatamente senti o desejo de deleta-lo, não porque eu sabia que isso iria assegurar minha submersão na vil areia movediça desse jogo, mas porque eu estava implacavelmente irritado com a noção de que isso pudesse de alguma forma ajudar o time oposto. contudo, nessa conjuntura, o conhecimento de um laço de casualidade divina mantido pelo firebrand me capacitou. eu cheguei a conclusão de que se o que eu estiver fazendo agora for realmente errado, eu seria certamente impedido e direcionado ao caminho correto. ele tem esse poder. eu já vi isso. eu sou simultaneamente tanto o rato no labirinto como o experimentador. então pra que temer um jogo que esta ativamente manipulado ao meu favor? eu sou efetivamente invencível. enquanto eu estiver vivo. então foda-se. hora de jogar o meu turno.
depois de um ano de temerosa hesitação eu acho que é finalmente a hora de apresentar o cadáver do milo ao público. Tenho usado toda a energia que sobrou em mim para me desvencilhar dos grilhões que eu mesmo criei e retornar a esse blog esquecido. tanto quanto um registro extremamente pessoal me ajudou na minha situação absurda, eu sinto que ele gostaria de ter sua historia contada a todo mundo. quando o milo escreveu para seu diário, ele estava na verdade escrevendo para todos nós. ele estava gritando para o vazio solitário de um livro silencioso sem ninguém para ouvir seu choro na maior parte de sua vida e eu sinto que de alguma forma, em algum lugar, colocar mais olhos na sua crônica vai fazer com que ele se sinta menos sozinho. de qualquer forma, eu tenho documentado o seu legado por anos e seria uma desgraça absoluta parar agora.
este é o segundo funeral do milo. um luto do registro vivo. o que vem a seguir é uma elogia na forma de seu próprio diário.
-------------------------------------------------------------------------------------------
Tradução para Português-Brasil de ''desvendando'(''unveiling'') 2º postagem do blog maxwellarchive
Postado no dia 15 de Janeiro de 2018 no blog original
Post Original:https://maxwellarchive.blogspot.com.br/2018/01/unveiling.html
Blog Original:http://maxwellarchive.blogspot.com.br/
TribeTwelve pertence a Adam Rosner
Traduzido por Nihilus Daemon
Postado no dia 15 de Janeiro de 2018 no blog original
Post Original:https://maxwellarchive.blogspot.com.br/2018/01/unveiling.html
Blog Original:http://maxwellarchive.blogspot.com.br/
TribeTwelve pertence a Adam Rosner
Traduzido por Nihilus Daemon
Nenhum comentário:
Postar um comentário